Mostra Ecofalante fará debates com pesquisadores, empreendedores, filmmakers e jornalistas

Em sua quinta edição, a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental promoverá debates sobre o desastre de Mariana, especulação imobiliária nas grandes cidades, a questão da terra indígena, economia solidária como estratégia de desenvolvimento, mudança climática, indústria da moda e suas implicações socioambientais.

Convite_Debates

Os debates acontecem sempre após a exibição de filmes, que ajudam a despertar para a reflexão sobre os diferentes temas. Participam das mesas de conversa cientistas e formadores de opinião.

Confira a programação:

16/06 – A Questão da Terra Indígena

19h30 – Exibição dos filmes “Para Onde Foram as Andorinhas?” e “Eu Não Posso te dar Minha Floresta”   |  20h30 – Debate   |  Local: Reserva Cultural (Av. Paulista 900)

Esse debate será precedido pelos filmes “Para Onde Foram as Andorinhas” (sobre impactos sofridos pelos povos indígenas do Xingu, causados pelo crescimento agrário no entorno do Parque e pelas mudanças climáticas) e “Eu não posso te dar minha floresta” (que narra a ameaçada vida do povo Kondh, na Índia).

Participantes:

# Mari Corrêa = diretora do filme “Para Onde Foram as Andorinhas”. Diretora de documentários e fundadora do Instituto Catitu, onde desenvolve projetos de formação multimídia, de produção de filmes e de criação de centros de documentação enfatizando o papel essencial dos conhecimentos, práticas e visões de mundo dos povos indígenas.

# Paulo Junqueira = Roteirista do filme “Para Onde Foram as Andorinhas? Psicólogo, é coordenador adjunto do Programa Xingu, responsável pelas atividades no Parque do Xingu e TI Paraná. Sócio honorário da Associação Indígena Kisêdjê e sócio do Instituto Socioambiental (ISA).

# Jerá Giselda = Da etnia Guarani Mbya, Jerá nasceu na Aldeia Tenondé-Porã, em Parelheiros, Zona Sul de São Paulo. Formada em pedagogia pela USP e hoje vice-diretora da escola indígena da comunidade, é uma das lideranças mais importantes da aldeia, fazendo frente a vários movimentos pela defesa das terras guaranis do extremo sul, lutando pela preservação da cultura de seu povo e resistindo.

# Paulo Henrique Martinez = Livre-Docente em História Ambiental pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo, desde 2001 é professor na Universidade Estadual Paulista (UNESP). Autor de “História Ambiental Paulista” (Senac, 2007) e “História Ambiental no Brasil: pesquisa e ensino” (Cortez, 2006).

# Mediação de Paulina Chamorro = Chilena, jornalista formada no Brasil e especialista em temas socioambentais há duas décadas. Viajou do Oiapoque ao Chuí de veleiro para o projeto Mar sem Fim, trabalhou na Reserva da Biosfera da Mata Atlantica/UNESCO com áreas protegidas. Apresentou programas e foi editora nas emissoras do Grupo Estado, Radios Eldorado e Radio Estadão, sobre meio ambiente e viagens. Por dois anos seguidos o Planeta Eldorado  recebeu o premio Chico Mendes de melhor programa de rádio sobre temas ambientais.Por dez anos coordenou o projeto Pintou Limpeza, dedicado à educação ambiental pelo radio. Também é produtora e RP na América Latina de Celine Cousteau, neta do lendário Jacques Cousteau. É conselheira de diversas instituições e mantém o podcast Vozes do Planeta, pela radio Vozes.Criou a Andina Comunicação, dedicada a produção de conteúdo socioambiental.

 

17/06 = A Indústria da Moda

19h – Exibição do filme “O Verdadeiro Custo”  20h30 – Debate  |  Local: Reserva Cultural (Av. Paulista 900)

Esse debate será precedido pela exibição do filme “O Verdadeiro Custo”, que aborda o universo das roupas e das pessoas que as produzem e o impacto que a indústria da moda tem causado no mundo. O preço das roupas tem diminuído há décadas, enquanto o custo humano e ambiental tem crescido dramaticamente. O filme revela o que está por trás da indústria da moda e nos leva a questionar quem realmente paga o preço por nossas roupas.

Participantes:

# Chiara Gadaleta Klajmic = Chiara Gadaleta Klajmic começou sua trajetória na moda como modelo, depois se formou no Studio Berçot em Paris e há anos atua como stylist e consultora de moda. É consultora de moda, apresentadora de TV e dedica- se ao movimento “ EcoEra”. Responsável por programas de inclusão social e capacitação junto a ONGs e Cooperativas por todo o Brasil. É idealizadora do SP.ECOERA, evento inovador e pioneiro que trata da Indústria da Moda e Beleza integrada à Sustentabilidade. Recentemente lançou o ZINE ECOERA, primeira publicação impressa e independente do setor. Assina as colunas mensais “Eco Era” na Revista Vogue e “Na Moda com Chiara” na Revista 29HORAS.Recentemente criou o “ Prêmio ECOERA “ em parceria com o SISTEMA B e apoio da Revista VOGUE.

# Fernanda Simon = Após cursar Desenho de Moda na Santa Marcelina se mudou para Londres, morou sete anos e se especializou na área de moda sustentável. Trabalhou com pesquisas, vendas e consultoria para a agência Element 23 da Jocelyn Whipple, realizando diversos projetos com renomados nomes da moda sustentável. De volta ao Brasil coordena o Fashion Revolution, é consultora e sócia fundadora da agência UN Moda Sustentável. Fernanda tem fortes ideologias, acredita que o planeta passa por um momento crucial de mudanças e a moda é um importante agente de transformação.

# Mediação de Paulina Chamorro =Chilena, jornalista formada no Brasil e especialista em temas socioambentais há duas décadas. Viajou do Oiapoque ao Chuí de veleiro para o projeto Mar sem Fim, trabalhou na Reserva da Biosfera da Mata Atlantica/UNESCO com áreas protegidas. Apresentou programas e foi editora nas emissoras do Grupo Estado, Radios Eldorado e Radio Estadão, sobre meio ambiente e viagens. Por dois anos seguidos o Planeta Eldorado  recebeu o premio Chico Mendes de melhor programa de rádio sobre temas ambientais.Por dez anos coordenou o projeto Pintou Limpeza, dedicado à educação ambiental pelo radio. Também é produtora e RP na América Latina de Celine Cousteau, neta do lendário Jacques Cousteau. É conselheira de diversas instituições e mantém o podcast Vozes do Planeta, pela radio Vozes.Criou a Andina Comunicação, dedicada a produção de conteúdo socioambiental.

 

18/06 – Mudanças Climáticas

19h – Exibição do filme “O Mercado da Dúvida”  20h30 – Debate   Local: Reserva Cultural (Av. Paulista 900)

Esse debate será precedido pela exibição do filme “O Mercado da Dúvida”. Inspirado pelo livro homônimo de Naomi Oreskes e Erik Conway, o filme mostra um grupo secreto de especialistas de aluguel extremamente carismáticos e eloquentes. Eles se apresentam na mídia como autoridades científicas, mas seu único objetivo é propagar a máxima confusão sobre assuntos relacionados à ameaças públicas, desde produtos químicos tóxicos à indústria farmacêutica e às mudanças climáticas.

Participantes:

# Paulo Artaxo = Físico, mestre em física nuclear e doutor em física atmosférica. Trabalhou na NASA (EUA), Universidades de Antuérpia (Bélgica), Lund (Suécia) e Harvard (EUA). Atualmente é professor titular do Departamento de Física Aplicada do Instituto de Física da USP, membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia de Ciências dos países em desenvolvimento (TWAS) e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. É membro do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) e de 7 outros painéis científicos internacionais. Trabalha com física aplicada a problemas ambientais, atuando principalmente nas questões de mudanças climáticas globais, meio ambiente na Amazônia, física de aerossóis atmosféricos, poluição do ar urbana e outros temas.

# Délcio Rodrigues = Físico, ambientalista e empresário. Foi um dos responsáveis por trazer o Greenpeace para o Brasil e diretor de campanhas da organização por vários anos. Foi assessor da Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente, Global Team Leader do Greenpeace Internacional, Coordenador do Instituto Akatu pelo Consumo Responsável, Analista de Planejamento Energético e Relações com Meio Ambiente da Jaakko Poyre e CESP, além de pesquisador do Instituto de Física da Universidade de São Paulo. Realizou vários trabalhos nas áreas de redução das emissões de gases de efeito estufa, energia solar, poluição do ar, conservação da biodiversidade e revitalização de áreas contaminadas no Brasil, em vários países latino-americanos e na Índia. 

# Cláudio Angelo = Integra o Observatório do Clima. Foi editor de ciência do jornal Folha de São Paulo de 2004 a2010 e colaborou em publicações como “Nature”, “Scientific American” e “Época”. Foi bolsista Knight de jornalismo científico no MIT, nos Estados Unidos, e recentemente lançou o livro “A Espiral da Morte – Como a Humanidade Alterou a Máquina do Clima”.

# Mediação de Daniela Chiaretti = Repórter especial de Ambiente do jornal Valor Econômico desde 2005. Tem feito a cobertura das grandes conferências ambientais das Nações Unidas de 2008 até o Acordo de Paris, em 2015. Trabalhou na “Gazeta Mercantil”, “Folha de S. Paulo”, “Veja” e “UOL”. Morou em Berlim, período em que conheceu os Verdes alemães e os avanços em energias renováveis. Foi mais de 20 vezes à Amazônia para escrever reportagens. Viajou ao Ártico e à Antártica estudando mudanças ambientais. Ganhou o Prêmio Esso de Informação Científica, Tecnológica e Ambiental em 2011 com reportagem feita em viagem ao Ártico, em julho de 2010, para escrever sobre o impacto do aquecimento global perto do Polo Norte.

19/06 – O Desastre de Mariana

19h30 – Exibição do filme “Depois do Desastre”  20h30 – Debate   Local: Reserva Cultural (Av. Paulista 900)

Esse debate será precedido pela exibição do filme “Depois do Desastre”: o furacão Katrina provocou consequências devastadoras na costa de Louisiana. O desastre do Golfo do México, o pior desastre ecológico da história estadunidense, acelerou as perdas e teve um impacto duradouro. Mas estas sequer são as piores ameaças à costa da Louisiana, mas sim o fato de o próprio estado estar rapidamente desaparecendo.

Participantes:

# Mário Mantovani = Diretor de políticas públicas da S.O.S Mata Atlântica, ONG criada na década de 80 que tem como meta promover a defesa da biodiversidade por meio de ações de educação e conhecimento acerca da Mata Atlântica e dos ecossistemas que estão sob sua influência.

# Paulo Henrique Martinez = Livre-Docente em História Ambiental pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo, desde 2001 é professor na Universidade Estadual Paulista (UNESP). Autor de “História Ambiental Paulista” (Senac, 2007) e “História Ambiental no Brasil: pesquisa e ensino” (Cortez, 2006).

# Mediação de Maria Zulmira de Souza = Pioneira e referência em comunicação e sustentabilidade, foi uma das idealizadoras do programa Repórter Eco, veiculado até hoje pela TV Cultura de São Paulo. Atuou em outros projetos de emissoras como Balanço Social, a série microMACRO, o Ilha Rá-Tim-Bum, entre outros. Faz parte do IMAFLORA e é fellow do programa Lead International. Fundou a Planetária Soluções Sustentáveis, que desde 2007 desenvolve formatos e conceitos para eventos, projetos, relatórios diferenciados, realiza palestras, mediações, workshops, programas de TV.

 

20/06 – Especulação Imobiliária

19h30 – Exibição dos filmes “A Última Dança na Avenida” e “Ei, Vizinho”  20h30 – Debate  Local: Reserva Cultural (Av. Paulista 900)

Esse debate será precedido pelos filmes “A Última Dança na Avenida” – que retrata a resistência dos frequentadores de uma avenida burlesca e boêmia em relação à rápida transformação do local – e “Ei, Vizinho!” – sobre um bairro popular em Istambul que, de maneira drástica, recebeu novos vizinhos: enormes condomínios de luxo.

Participantes:

# Guilherme Wisnik = Arquiteto e urbanista, professor da FAU-USP, crítico e curador de arte e arquitetura. Formado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, Mestre em História Social pela FFLCH-USP e Doutor em Arquitetura e Urbanismo também pela FAU-USP, foi vice-diretor do Centro Universitário Maria Antonia, curador da 10ª Bienal de Arquitetura de São Paulo – “Cidades: Modos de fazer, modos de usar” e é colaborador do jornal Folha de São Paulo.

# Mariana Fix = Arquiteta, pesquisadora no Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e professora na Unicamp. Mestra em sociologia pela FFLCH-USP e doutora em economia pela Unicamp, escreve sobre direito à cidade, planejamento e política habitacionais, favelas e cortiços em São Paulo, investimentos financeiros no mercado de terras e imóveis, financeirização do circuito imobiliário, gentrificação de centros históricos, globalização e parcerias público-privadas. Seu livro “São Paulo Cidade Global: fundamentos financeiros de uma miragem” recebeu o prêmio brasileiro Política e Planejamento Urbano e Regional/ANPUR.

# Mediação de Eduardo Geraque = Repórter da Folha de S.Paulo há nove anos, é jornalista e biólogo. Mestre em oceanografia (USP) e doutor em jornalismo ambiental (USP), com foco na América Latina. Passou pelas redações do Diário Popular (atual Diário de S.Paulo), da Gazeta Mercantil e pela Agência Fapesp. É focado na cobertura de temas relacionados às cidades sustentáveis, como meio ambiente, infraestrutura urbana, mobilidade, saneamento básico e recursos hídricos.

 

21/06 – Economia Solidária

19h – Exibição do filme “A Experiência Cecosesola”  20h30 – Debate   Local: Reserva Cultural (Av. Paulista 900)

Esse debate será precedido pela exibição do filme “A Experiência Cecosesola”: Há cinquenta anos, um pequeno grupo de venezuelanos se uniu para enterrar seus mortos com dignidade: nascia a cooperativa Cecosesola. Apesar das pressões políticas, seu modelo de autogestão progrediu e diversificou-­se. Hoje, mais de 1200 associados gerem supermercados populares, feiras e outras cooperativas. Igualdade salarial, rotação de posições e falta de hierarquia se tornaram os pilares da organização. O filme ilustra a habilidade e a sustentabilidade de uma experiência coletiva considerada indesejável por uns e utópica por outros.

Participantes:

# Arildo Mota = Presidente da Organização Internacional das Cooperativas de Produção Industrial, Artesanal e de Serviços (CICOPA América) e Diretor de Relações Internacionais da UNISOL Brasil. Iniciou sua carreira profissional em 1979, como bancário na cidade de São Paulo. Em 1987, entrou na empresa CONFORJA e, tornou-se militante no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, filiado à CUT (Central Única dos Trabalhadores). Em 1997 ajudou a constituir as cooperativas do sistema UNIFORJA, na cidade de Diadema – SP. Em 1999, iniciou trabalhos no segmento da Economia Solidária, ajudando a constituir a UNISOL Brasil (Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários).

# Ricardo Antunes = Um dos principais nomes da Sociologia do Trabalho no Brasil. Professor titular de Sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (IFCH/Unicamp), Antunes é coordenador da coleção “Mundo do trabalho”, da Boitempo.

#Ladislau Dowbor = Professor titular de economia da PUC-SP, e consultor de várias agências das Nações Unidas. É autor de numerosos livros e estudos, todos de livre acesso online em http://dowbor.org

# Mediação de Amália Safatle = Editora e fundadora da Revista Página22, lançada em 2006 pelo GVces. Graduada em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, trabalhou nove anos na revista Carta Capital, da qual foi repórter e editora de Economia. Foi colunista de sustentabilidade da Terra Magazine, revista eletrônica do portal Terra. Também atuou como repórter no jornal Gazeta Mercantil e como assessora de comunicação da Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais, atual Apimec. Recebeu premiações do Instituto Internacional de Pesquisa e Responsabilidade Socioambiental Chico Mendes, Instituto Ethos, BM&FBovespa, Conservação Internacional, Green Best e Abrelpe.

 

24/06 – Recuperação Ambiental

19h – Exibição dos filmes “Cultivando Flores do Futuro” e “Cultivando Água Boa”  20h – Debate   Local: Biblioteca Mário de Andrade (Rua da Consolação 94)

A partir da exibição dos filmes “Cultivando Flores do Futuro” e “Cultivando Água Boa” haverá debate sobre a experiência de recuperação de passivos ambientais na barragem de Itaipu.

Participantes:

# Pedro Jacobi = Graduado em Ciências Sociais e Economia pela Universidade de São Paulo. Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela Harvard University e doutor em Sociologia pela USP. É o coordenador do Grupo de Estudos Meio Ambiente e Sociedade do Instituto de Estudos Avançados da USP.

# Miriam Duailibi = Coordenadora geral do Instituto Ecoar, autora de diversos livros, artigos e textos sobre o tema socioambientalismo e uma das principais ativistas ambientais brasileiras.

#Nelson Miguel Friedrich = Diretor de Coordenação e de Meio Ambiente da Itaipu Binacional

#Dal Marcondes = Diretor Executivo da Envolverde, especializado em Jornalismo Econômico, com passagens pelas redações das revistas Istoé, Exame, Dirigente Industrial, pelas agências France Presse, Dinheiro Vivo e Agência Estado e pelos jornais DCI, Gazeta Mercantil e O Estado de S. Paulo.
É moderador da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental e Jornalista Amigo da Infância pela Agência Nacional dos Direitos da Infância – ANDI.

# Mediação de Reinaldo Canto = Jornalista especializado em sustentabilidade e consumo consciente e professor de Gestão Ambiental.

25/06 – Ativismo: mobilizando pessoas para temas ambientais

17h – Exibição do filme “Como Mudar o Mundo”  19h – Debate  Local: Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro 1.000)

Esse debate será precedido pela exibição do filme “Como Mudar o Mundo”, produção do Reino Unido de 2015 que mostra o surgimento do Greenpeace e a definição do movimento ambientalista moderno.

Participantes:

#Nilo Davila = Coordenador de Campanhas do Greenpeace Brasil

#Rafael Fernandes = Estrategista de Mobilização do Greenpeace Brasil

 

 

A Mostra

5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental acontece de 15 a 29 de junho e é uma realização da ONG Ecofalante e do Programa de Apoio à Cultura (ProAC) do Governo do Estado de São Paulo, com patrocínio da White Martins e apoio da Goodyear e da Reciclo Pepsico. A correalização é da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo, SPcine – Empresa de Cinema e Audiovisual de São Paulo e Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo.

A Mostra tem apoio institucional do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Embaixada da França no Brasil, Institut Français, La Cinémathéque Française, Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo Turismo (SPTuris), Observatório do Clima, SOS Mata Atlântica, Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA), Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE), Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), Instituto Akatu, Instituto de Energia e Ambiente (IEE)/USP, Governos Locais Pela Sustentabilidade (ICLEI), Matilha Cultural, Fábricas de Cultura (Poiesis e Catavento), Rede Nossa São Paulo, Instituto Envolverde, Videocamp, Catraca Livre, Conexão Planeta e Horizonte Educação e Comunicação.

Acompanhe a programação nos canais da Mostra:

-Site:  http://www.ecofalante.org.br/mostra

– Blog: https://mostraecofalante.wordpress.com

– Facebook: facebook.com/mostraecofalante/

– Twitter: @MostraEco

– Youtube: bit.ly/MostraEcoYT  

 

 

 

 

 

 

 

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